Etapa 6 de 8 concluída…

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Terminando o terceiro ano de formação de doutorado… Terminando o meu sexto semestre de estudante….Só faltam dois semestres!

Quando eu tive a ideia de ir preenchendo essa imagem de “Loading” acima para colocar aqui no blog, eu não imaginava que, relatar cada etapa vencida, seria tão bom!

Ver o caminho sendo percorrido, as experiências vividas e os aprendizados tem sido muito gratificante!

Resgatando, para não esquecer, alguns acontecimentos desse semestre:

  • Estudos e escrita para qualificação do projeto de tese.
  • Preparação do artigo para a revista Knowledge Organization.
  • Atividades de coordenação do Núcleo de Educação a Distância da UNIVALE.
  • Reuniões para elaboração de projeto para Edital FAPEMIG de Recuperação da Bacia do Rio Doce.
  • Reuniões do Núcleo Docente Estruturante para elaboração de novo Projeto Pedagógico para os cursos de Sistemas de Informação e Engenharia de Produção.
  • Reuniões para formação interdisciplinar do Grupo de Pesquisa NIESD da Univale.
  • Oferta do curso online Aprendizagem 2.0 para alunos da UNIVALE.
  • Reuniões de organização do II Seminário do Grupo de Pesquisa MHTX.
  • Lançamento do Grupo de Educadores Google Governador Valadares.
  • Aulas da disciplina Ambientes Virtuais de Aprendizagem no curso de Pós-graduação MBA em Educação a Distância na OPET Curitiba.
  • Qualificação do doutorado 
  • Apresentação de trabalho no 14º Simpósio de Pesquisa e Iniciação Científica da UNIVALE.
  • Escrita e submissão de artigo para o Enancib 2016.

A lista ficou grande…. e ainda poderia acrescentar: viagens com a família, deveres de casa com os filhos, saída com amigos, dedicação ao marido, academia e chego a acreditar que a lista não cabe aqui! 🙂

E assim, vamos seguindo….

Etapa 1 de 8 concluída com sucesso!

Etapa 2 de 8 concluída com sucesso…

Etapa 3 de 8 concluída com sucesso…

Etapa 4 de 8 concluída com sucesso…

Etapa 5 de 8 concluída…

 

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Qualificada e de bota nova! :)

E eis que eu finalizo esse primeiro semestre de 2016 como uma pessoa QUALIFICADA! É assim que a gente se sente após ser aprovada no exame de qualificação exigido pelos Programas de Pós-Graduação! 🙂

E o que uma bota nova tem com essa história da qualificação? Leia e saberás! hahaha

Tudo aconteceu no dia 06 de maio de 2016! Passei pelo exame de qualificação do meu projeto de tese, fui aprovada e agora já estou me sentido metade doutora!  🙂

Apesar da tortura de ser avaliada, passar por esse exame é importante para parar, ouvir e seguir  na pesquisa.  No programa de Pós-graduação em Ciência da Informação da UFMG esse exame é feito por uma banca de professores que faz a avaliação da proposta, condução do projeto e os resultados parciais.  Contar com a experiência de pesquisadores competentes é uma grande oportunidade, pois, de certa forma, é um aval para prosseguir. A apresentação é fechada ao público, então não tem a adrenalina de ter que explicar para uma plateia, que não leu o trabalho, também entender.

Agora, falando da bota… Algumas coincidências interessantes me acontecem!  Veja isso…

A minha qualificação foi agendada para as 14 horas do dia 06/05/16 e eu saí de Governador Valadares na véspera, levando tudo preparado… Cheguei às sete da manhã no local,  afinal, imprevistos podem acontecer e como eu teria um dos avaliadores participando remotamente, via webconferência, achei melhor testar tudo antes.

No meu checklist anotei:

  • uma versão impressa extra do trabalho;
  • uma webcam de reserva;
  • microfone extra;
  • gravador;
  • pilha nova para o passador de slide;
  • canetas, lápis, papel e água.

Mas… algo tinha que acontecer! E eis que às 8 horas da manhã, andando pra lá e pra cá, a bota que eu estava usando resolver solar o solado!!! :-O

Jesuis…. isso era dia disso acontecer? Pois aconteceu. Fiquei na dúvida do que faria para resolver… Pedi ajuda e, mesmo parecendo impossível no local em que eu estava, encontrei uma cola tipo Super Bonder. Ufa… Achei que iria funcionar. Mas, a sola se colou por uns 15 minutos e plaft de novo! A situação tava difícil e ficar com aquele solado não dava…

Passou pela minha cabeça pedir à orientadora ou alguém da banca que talvez pudesse me salvar, mas tive medo disso me comprometer perante a avaliação! 😐 Fiquei numa situação difícil, mas sempre há solução! Encontrei um rolo de fita adesiva sobrando no local e foi o que me salvou. Consegui deixar a situação controlada (apesar da terrível aparência, veja abaixo) e assim fui até um Shopping bem próximo para comprar um par de botas novos, que me deixaram em uma situação confortável e, posso até dizer, me trouxeram sorte! 🙂

Moral da história: qualificação é aquela hora que você olha por onde pisou e irá pisar…. Deixa algumas coisas que lhe atrapalham de lado e se prepara de novo para continuar a caminhada! E com novos sapatos! 🙂

Perfeito! Agora veja as minhas fotos!

 

 

 

 

 

 

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Informação como responsabilidade social

E hoje eu me deparei com essa  citação:

“… o problema da transmissão do conhecimento para aqueles que dele necessitam é uma responsabilidade social, e essa responsabilidade social pode ser vista como o real background da Ciência da Informação” Wersig & Novelling (1975)

Ela está no artigo de Araújo e Freire, disponível aqui: http://periodicos.puc-campinas.edu.br/seer/index.php/transinfo/article/view/1610/1582

Não resisti e resolvi deixar aqui registrada assim:

Informação

E é assim que eu vou me encontrando, me apaixonando e me realizando pela Ciência da Informação! 🙂

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Meu artigo no Knowledge Organization Journal!

Quero registrar aqui a minha alegria de ter um artigo publicado nessa Revista Internacional, super reconhecida na área de Organização da Informação e do Conhecimento: http://www.isko.org/published.php

O artigo está publicado em inglês e o título é “An Application of Facet Analysis Theory and Concept Maps for Faceted Search in a Domain Ontology: Preliminary Studies” e é fruto do trabalho do doutorado que eu estou fazendo com a minha orientadora Gercina Ângela Borém de Oliveira Lima e com o apoio do Ivo Pierozzi Junior, que representa a Embrapa Informática Agropuária, em um convênio de pesquisa com o Grupo MHTX.

Para facilitar a leitura, compartilhei o arquivo na rede Academia.edu. Acesse o meu perfil e o veja o artigo aqui: https://univale.academia.edu/CrisMendes.

Acredito que a publicação desse trabalho será sempre especial na minha trajetória acadêmica, afinal ele é fruto de uma premiação da apresentação que eu fiz no evento ISKO España-Portugal (contei desse evento aqui). Eu quase não consegui ir apresentar esse trabalho, por problemas de saúde na família. Mas, acabei indo participar, apresentei e ainda ganhei esse presente: meu primeiro artigo em um Journal Qualis A1! 🙂

Isko.jpg

Apesar da minha satisfação, sei que a caminhada é longa e ainda há muito o que plantar e colher! Vamos seguindo em frente!:)

 

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Foca no Estudo – Já chegamos à metade do ano!

Dica do dia: Foca no Estudo! 🙂

 

Foca_No_Estudo

Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro.

Proverbios 22:1

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Aprendizados do II Seminário MHTX

A realização do II Seminário MHTX foi um sucesso!

Participei dos dois dias de evento e resolvi registrar aqui no blog algumas das minhas anotações dos momentos de grande aprendizagem e inspiração que as palestras e discussões proporcionaram.

A abertura

Pela abertura já foi possível perceber  a alta qualidade  da organização e a seriedade o evento. Auditório lotado, autoridades acadêmicas presentes, discursos de reconhecimento da importância do assunto e também momentos de demonstração de amor, carinho e gratidão ao trabalho de um Grupo de Pesquisa de 12 anos de história.. O canto lírico apresentado por Clara Borém e uma homenagem surpresa à Profa Gercina Lima, coordenadora do Grupo e do evento, demonstravam que muitos bons momentos nos aguardavam!

 

Palestra com o Prof. Dagoberg Soergel  

A palestra Knowledge Organization and Information Retrieval: a Research Agenda feita pelo Prof. Dagobert Soergel apresentou a importância dos Sistemas de Organização do Conhecimento (SOCs), indicou várias campos abertos para pesquisa na área e o quanto os Sistemas de Recuperação de Informação podem evoluir.

Dentre os pontos que eu destaquei ficou a importância de buscar ajudar os usuários a esclarecer a necessidade de informação. “A necessidade real do usuário nem sempre é conhecida por ele. É preciso oferecer apoio para que o usuário entenda a sua necessidade informacional”.

Algumas questões: Que tipo de interface atende bem cada tipo de usuário? Como medir se o resultado obtido pelos usuários com uma interface visual é melhor do que sem esse recurso? Como os SOCs podem auxiliar a assimilação das informações pelos usuários?

FROM IMAGES AND WORDS TO CONCEPTS!

Mesa: Debates sobre as práticas de organização e representação da informação no mercado de trabalho sob a ótica da biblioteconomia

A apresentação dessa mesa foi um dos pontos mais altos do evento, pois demonstrou como os trabalhos de pesquisa desenvolvidos no MHTX impactam o exercício profissional. Achei muito bom conhecer sobre a atuação das profissionais que apresentaram e tenho certeza que quem assistiu se sentiu inspirado e encantado com as possibilidades de atuação no mercado de trabalho.

Palestra com  a Profa. Mariângela Fujita

A palestra sobre A pesquisa na área de Ciência da Informação no Brasil: o papel do CNPq foi de valor inestimável para aqueles que desejam seguir a carreira acadêmica. Trabalhar com pesquisa acadêmica, como disse a Profa. Mariângela, é “transformar a imaginação do amanhã”.

Os Grupos de Pesquisa, reconhecidos pelas universidades e institucionalizados pelo CNPQ, são formados por pessoas com interesse comum em uma temática. A linha de pesquisa de um grupo deve fornecer um caminho contínuo de investigação e é importante que os trabalhos desenvolvidos tenham coerência de pesquisa e publicação.

Sobre a avaliação de projetos de pesquisa, destacou-se a importância de uma consistência na carreira acadêmica dos pesquisadores e a pertinência com a linha de pesquisa do Grupo.

Sobre a graduação, indicou a importância dos cursos de graduação terem uma linha de  pesquisa que se alinhe às de programas de pós-graduação, pois a base dos recursos humanos da pós vem da graduação.

Sobre o trabalho docente, enfatizou que o crescimento docente vem do transito entre a graduação e a pós-graduação. A orientação de um bolsista de Iniciação Científica é muito mais desafiante e difícil do que a orientação de pós-graduação.

Quanto aos projetos de pesquisa, apresentou que os indicadores de impacto social estão sendo fortemente avaliados nos projetos. “É preciso transcender o conhecimento para apresentar  soluções para problemas. Sair fora da caixa para ver a realidade”. Nesse ponto, indicou a leitura de Boaventura Santos (Busquei e indico aqui uma boa e aprofundada leitura: Da ideia de universidade à universidade de ideias)

Referente à publicação mencionou que hoje em dia, para o pesquisador, o impacto de citação tem sido tão importante quanto o Qualis de um periódico. (Dica ninja: compartilhar os artigos em repositórios online). A produção científica do pesquisador deve ser relacionada aos projetos submetidos e a publicação entre instituições tem sido muito valorizada cientificamente.

Outras valiosas dicas: Gerar e-book de todos os eventos realizados; ser editor de uma revista; buscar captação de recurso no exterior; criar redes de pesquisa fazendo uso de videoconferências pela internet;  enviar projetos sempre; emitir parecer educado e construtivo ao ser avaliador; usar os retornos negados de projetos para melhorar as propostas.

Mesa: As teorias da pesquisa integrada em organização e recuperação da informação

Nessa mesa tivemos a oportunidade de compreender melhor os fundamentos teóricos da Organização e recuperação da informação e ficou bem clara a demanda de investigação sobre a representação semântica da informação. Todas as participantes da mesa são autoras de artigos que com frequência estudamos na Ciência da Informação e ter a oportunidade de ver e ouvi-las nesse evento foi muito enriquecedor.

Palestra com Ivo Pierozzi Júnior 

Na palestra A pesquisa na EMPRAPA: o convênio com o Grupo de Pesquisa MHTX  tivemos a oportunidade de conhecer melhor o trabalho, missão e estrutura da EMBRAPA e sobre o convênio de cooperação técnica existente dessa com o Grupo de Pesquisa MHTX. Dentre os benefício desse convênio, destaco essa união de esforços com objetivo comum na área de Gestão da Informação e do Conhecimento. Destacou-se os resultados de trabalhos que já foram concluídos, em um doutorado e um mestrado e outros que ainda estão por vir (incluindo o meu projeto de pesquisa de doutorado).

Mesa: A dimensão interdisciplinar nas pesquisas em organização do conhecimento e recuperação da informação

Essa mesa destacou o potencial de resultados que já foram e que estão sendo gerados para organização do conhecimento e recuperação da informação.

Outros aprendizados

Mais do que conteúdo técnico, o evento apresentou uma conexão de amizade e de laços fraternos cultivados pela Profa. Gercina Lima junto aos seus orientandos. Considero que isso tem um valor inestimável para minha formação de pesquisadora e para toda vida . Como ela mesma disse, a pesquisa acadêmica pode ser desenvolvida com afeto, carinho, bom humor e leveza de convivência, sem prescindir do rigor que a área exige. E não é porque um trabalho de orientação termina, que os laços de convivência estão cortados! No encontro houve o envolvimento e o reconhecimento dos antigos aos mais novos do grupo e isso fez tudo valer muito mais a pena.

Para quem prefere um registro com fotos, seguem alguns clicks do evento!

PS: Em breve o anais do evento com o artigo de todas as apresentações estarão disponíveis nesse link: http://www.gercinalima.com/mhtx/pages/ii-seminario-do-mhtx.php

 

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E vem aí o II Seminário do MHTX

Olá!

Hoje quero compartilhar um evento que está sendo preparado com muita dedicação pela minha orientadora Profa. Gercina Lima, junto a todos do Grupo de Pesquisa MHTX, na Escola de Ciência da Informação da UFMG. É o II Seminário do MHTX que acontecerá nos dias 02 e 03 de junho de 2016.

Com o tema Pesquisa Integrada em Organização do Conhecimento e Recuperação de Informação, o evento traz uma excelente oportunidade para aprender, refletir e ainda conhecer (e também tietar!:)) grandes nomes da Ciência da Informação, tais como: Dagobert Soergel (University of Bufallo/USA), Mariângela Fujita (UNESP/Marília), Maria Luiza Almeida Campos (UFF), Nair Kobashi (USP), Renato Rocha (FGV).

Estou muito contente com esse evento e convido os leitores do blog, interessados na Ciência da Informação, a também participarem!

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Vejam a programação:

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A participação no evento é gratuita, basta se inscrever pelo link: http://www.gercinalima.com/mhtx/pages/ii-seminario-do-mhtx.php

Eu participei do I Seminário do MHTX, veja AQUI!

 

 

 

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Ah…A Ciência da Informação! ♥

Hoje o registro é de um apaixonado pela Ciência da Informação! E como não se apaixonar?

Comigo não foi diferente, desde que eu ingressei no doutorado em Ciência da Informação tenho me perdido e me achado nessa Ciência. Não sou a única… Existem várias pessoas na mesma situação e hoje compartilho a declaração de um professor especial da Escola de Ciência da Informação da UFMG, o professor Carlos Alberto Ávila Araújo, em seu facebook:

Por que sou apaixonado pela ciência da informação?
Porque informação é a ação humana de “in-formar”, dar forma, dar existência material àquilo que temos “dentro” de nós, nossos valores, sentimentos, ideias, argumentos, intuições. É uma ação expressiva, tanto individual como social, em que criamos os registros de conhecimento (os documentos) e por meio da qual intervimos no mundo.
É também a ação por meio da qual nós “in-formamos” a nós mesmos, usamos os registros disponíveis para construir nossas identidades, nossas crenças e definirmos nossas linhas de ação no mundo.
A ciência da informação estuda a informação. Portanto, estuda todas as nossas ações, a partir de pesquisas focadas em ações específicas de determinados sujeitos, focadas nos próprios registros (documentos) ou nos vários instrumentos que criamos para lidar com esses registros (bibliotecas, arquivos, museus, catálogos, bases de dados, inventários, exposições, etc). Ela estuda, enfim, uma dimensão fundamental no nosso estar e agir no mundo. É a informação que torna possível a cultura, o conhecimento, o exercício da imaginação, da inovação, da criação. Em suma, a manifestação, em toda sua plenitude, do humano.
Como não se apaixonar?

E assim vamos seguindo! ♥♥♥♥♥
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Normas para Trabalhos Acadêmicos

Normas ABNT para Trabalhos Acadêmicos

As normas existem e estão por todos os lados da nossa vida. Na elaboração de trabalhos acadêmicos não podia ser diferente. E após o árduo trabalho intelectual de sistematização dos estudos e das ideias, você ainda tem que colocar tudo dentro das normas! Ufa! 🙂

Em uma tentativa de me tornar mais familiarizada com todas as ABsurdas Normas para Trabalhos, coletei algumas informações para compartilhar aqui no blog.

No Brasil as normas estão sob a responsabilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT e uma norma na definição da ABNT é:

Norma é o documento estabelecido por consenso e aprovado por um organismo reconhecido, que fornece regras, diretrizes ou características mínimas para atividades ou para seus resultados, visando à obtenção de um grau ótimo de ordenação em um dado contexto.

A norma é, por princípio, de uso voluntário, mas quase sempre é usada por representar o consenso sobre o estado da arte de determinado assunto, obtido entre especialistas das partes interessadas.

Observe que as normas são de uso voluntário, mas é melhor considerá-las obrigatórias para maiores chances de sucesso em trabalhos acadêmicos.;)

Existem muitas normas e quando eu resolvi consultar o catálogo ABNT me surpreendi com as recomendações existentes nos mais diversos campos. Para ter acesso às normas, existe um serviço de catálogo online, onde pode-se consultar e adquirir o direito de uso do arquivo digital da norma.

No caso de trabalhos acadêmicos, para aplicar a norma principal é necessário atender a algumas outras.

Segue a lista:

ABNT NBR 14724:2011 – especifica os princípios gerais para a elaboração de trabalhos acadêmicos (teses, dissertações e outros), visando sua apresentação à instituição (banca, comissão examinadora de professores, especialistas designados e/ou outros).

Para a aplicação da ABNT NBR 14724 são necessárias:

  • ABNT NBR 10520:2002 – especifica as características exigíveis para apresentação de citações em documentos.
  • ABNT NBR 12225:2004 – estabelece os requisitos para a apresentação de lombadas e aplica-se exclusivamente a documentos em caracteres latinos, gregos ou cirílicos.
  • ABNT NBR 6023:2002 – estabelece os elementos a serem incluídos em referências.
  • ABNT NBR 6024:2012 – especifica os princípios gerais de um sistema de numeração progressiva das seções de um documento, de modo a expor em uma sequência lógica o inter-relacionamento da matéria e a permitir sua localização.
  • ABNT NBR 6027:2012 – especifica os princípios gerais para elaboração de sumários em qualquer tipo de documento.
  • ABNT NBR 6028:2003 – estabelece os requisitos para redação e apresentação de resumos.
  • ABNT NBR 6034:2004 –  estabelece os requisitos de apresentação e os critérios básicos para a elaboração de índices.

Recomenda-se ainda:

O custo de licença para obter as normas varia de R$23,00 a R$ 51,00. Para fins de consulta, fazendo-se pesquisas no Google, encontram-se os arquivos em PDF de todas as normas.

Seguir essas normas não é uma tarefa complexa, mas exige paciência. Como alternativa, algumas instituições oferecem orientações e templates, que auxiliam muito a formatação dos trabalhos acadêmicos.

Depois da dedicação e do esforço para atender a todas as normas recomendo sair para comemorar! 🙂

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Etapa 5 de 8 concluída…

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Meu Deus! Já se passaram 5 semestres que eu iniciei o doutorado em Ciência da Informação?!? Aquela sensação de que: “vai demorar a passar” ou “terei tempo suficiente para fazer a pesquisa com calma”,  já não fazem parte mais da minha caminhada. Estou já na fase “tenho que correr muito para fazer tudo que preciso dentro do pouco tempo que tenho!”

Como de costume, chegou a hora de compartilhar aqui as aventuras de mais um semestre de vida de doutoranda.

E ao final desse semestre, em que me faltam palavras para descrever tantos acontecimentos, compartilho algumas fotos.

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Apresentação do meu projeto de pesquisa para o Grupo MHTX, coordenado pela Profa. Gercina Lima, ao meio, cercada pelos seus orientandos de doutorado e mestrado em Ciência da Informação (Dezembro de 2015)

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Minha apresentação de trabalho no evento ISKO España-Portugal (Novembro de 2015)

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Jantar de Gala oferecido pelo evento ISKO España-Portugal no restaurante del Casino de Murcia. Ao meu lado, da esquerda para direita estão as grandes professoras da ECI-UFMG: Beatriz Cendón, Célia Dias, Benildes Maculan e Gercina Lima (Novembro de 2015)

A ata do evento e os conteúdos de todos os trabalho apresentados podem ser consultados AQUI: http://www.iskoiberico.org/congresos/murcia-2015/

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Participando do I Encontro de Pesquisa da Escola de Ciência da Informação e comemorando os 65 anos da Escola de Ciência da Informação (Outubro de 2015) 

E o GRUPO MHTX esteve em festa pelo lançamento do livro da Profa. Gercina < MHTX > MODELAGEM HIPERTEXTUAL PARA ORGANIZAÇÃO DE DOCUMENTOS – Princípios e Aplicação, que registra o trabalho de origem do grupo de pesquisa.

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Apresentando trabalho no 13 Simpósio de Pesquisa e Iniciação Científica da UNIVALE (Setembro de 2015)

E abaixo uma seleção de outros registros de atividades. (Clique nas imagens para visualizar as legendas)

Vale dizer ainda que o registro do meu semestre não cabe em fotos… foram muitas disciplinas e aulas ministradas, reuniões e viagens de trabalho, apresentações de projetos de alunos, TCCs finalizados,  desastre ecológico em Governador Valadares, falecimento na família. Ufa…. ser doutoranda não é fácil! 😐

Mas assim termina mais um semestre e um ano da Pesquisadora em (in)formação! 🙂

Que 2016 possa ser concluído com resultados da pesquisa, publicações e eventos.

Para ver o registro das outras etapas, clique AQUI.

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